
Caminhos principais e caminhos laterais
Tragédia: Não percebi que o texto estava ao contrário, o fim é aqui.
A Polifonia
Mas sua verdadeira pintura polifônica começa nas obras do período final de Bauhaus.. Até então ele usou a simultaneidade de ritmos e tons, verdadeira música sobre telas que, a partir de agora, se aprofunda no incompreensível da polifonia, aqui todas as vozes cantadas passam a ter igual importância e impossível não se perder ao tentar acompanhá-las.
Para essa criação, Klee buscou a variedade de temas no caso da pintura, frases de cor que se espalham e se sobrepõem.
“ Elementos comuns não pertence, geralmente a um único lugar; antes são colocados em nenhum lugar e em todo lugar, embutidas organicamente. “
( escrito de Klee não publicado – 1919)
O vermelho está em um ponto, cercado de outras tonalidades, ao seu lado, por de trás e adiante, além disso, ele está em outros pontos distantes e outros muito próximos, dentro de outra cor. Dessa forma, Klee cria transparências com a tinta óleo, através de pontos que confundem o olho, absorvem a visão de forma quase hipnótica, não se pode acompanhá-los. Eles são dispostos junto com as linhas em várias camadas.
Sua obra ‘ Ad Parnasum’ pode ser colocada como o cume dessa polifonia por sua riqueza de nuances e infinitas combinações. Nela são usados os quadrados de cor iniciais, o ritmo das linhas e das cores, além dos pontos aplicados com a máxima variação cromática.
Movimento final: Finale Prestíssimo
Paul Klee produziu até o fim de sua vida, e no fim dessa produção a linha, que já era representativa no inicio, passa ater uma força poética significativa, tanto através da composição rítmica quanto dos símbolos. Nesse ponto sua pintura também é relacionada à música, mas não somente em sua forma pura da música pela música, mas engloba vários aspectos da humanidade e da vida, e as unem de forma orgânica e harmônica. Ponto em que a dualidade da natureza resume o equilíbrio das partes, o cânon da totalidade.
Bibliografia
PAUL KLEE PAINTING MUSIC – Hajo Düchting, editora Prestel, Nova Iorque
KLEE, HIS LIFE AND WORK – G. di San Lazzaro, editora Thames Hudson, Londres
DIÁRIOS DE PAUL KLEE _ Editora Martins Fontes.
PAUL KLEE – CONFIÇÃO CRIATIVA
Mas sua verdadeira pintura polifônica começa nas obras do período final de Bauhaus.. Até então ele usou a simultaneidade de ritmos e tons, verdadeira música sobre telas que, a partir de agora, se aprofunda no incompreensível da polifonia, aqui todas as vozes cantadas passam a ter igual importância e impossível não se perder ao tentar acompanhá-las.
Para essa criação, Klee buscou a variedade de temas no caso da pintura, frases de cor que se espalham e se sobrepõem.
“ Elementos comuns não pertence, geralmente a um único lugar; antes são colocados em nenhum lugar e em todo lugar, embutidas organicamente. “
( escrito de Klee não publicado – 1919)
O vermelho está em um ponto, cercado de outras tonalidades, ao seu lado, por de trás e adiante, além disso, ele está em outros pontos distantes e outros muito próximos, dentro de outra cor. Dessa forma, Klee cria transparências com a tinta óleo, através de pontos que confundem o olho, absorvem a visão de forma quase hipnótica, não se pode acompanhá-los. Eles são dispostos junto com as linhas em várias camadas.
Sua obra ‘ Ad Parnasum’ pode ser colocada como o cume dessa polifonia por sua riqueza de nuances e infinitas combinações. Nela são usados os quadrados de cor iniciais, o ritmo das linhas e das cores, além dos pontos aplicados com a máxima variação cromática.
Movimento final: Finale Prestíssimo
Paul Klee produziu até o fim de sua vida, e no fim dessa produção a linha, que já era representativa no inicio, passa ater uma força poética significativa, tanto através da composição rítmica quanto dos símbolos. Nesse ponto sua pintura também é relacionada à música, mas não somente em sua forma pura da música pela música, mas engloba vários aspectos da humanidade e da vida, e as unem de forma orgânica e harmônica. Ponto em que a dualidade da natureza resume o equilíbrio das partes, o cânon da totalidade.
Bibliografia
PAUL KLEE PAINTING MUSIC – Hajo Düchting, editora Prestel, Nova Iorque
KLEE, HIS LIFE AND WORK – G. di San Lazzaro, editora Thames Hudson, Londres
DIÁRIOS DE PAUL KLEE _ Editora Martins Fontes.
PAUL KLEE – CONFIÇÃO CRIATIVA





